sexta-feira, 22 de março de 2013 - 12h05 Atualizado em sexta-feira, 22 de março de 2013 - 12h48
Saída de índios de museu acaba em confusão
Cerca de 20 índios que moravam no imóvel aceitaram a oferta do governo do estado e serão transferidos para Jacarepaguá, na zona oeste
Da Redação, Com Agência Brasil noticias@band.com.br
O Batalhão de Choque da Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e bala de borrachas para conter os manifestantes que acompanhavam a saída dos índios. O clima foi de confusão, com jornalistas também atingidos.
Os manifestantes fizeram uma corrente humana no meio da Avenida Radial Oeste - uma das principais e mais movimentadas da cidade do Rio, que passa ao lado do museu. Todos os índios já haviam saído pacificamente, e o imóvel está vazio.
A ocupação do prédio do antigo Museu do Índio, ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, foi encerrada há pouco. Cerca de 20 índios que moravam no imóvel aceitaram a oferta do governo do estado e serão transferidos para Jacarepaguá, na zona oeste. Eles deixaram o local em vans da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.
O prédio estava cercado desde às 3h por policiais do Batalhão de Choque. Por ordem da Justiça Federal, o imóvel deveria ser desocupado ainda hoje (22), a pedido do governo do estado do Rio de Janeiro, que deseja reformar o local para receber o Museu Olímpico.
Construído no século 19, o prédio abrigou o Serviço de Proteção ao Índio, comandado pelo Marechal Candido Rondon. Já como museu, o local teve entre seus diretores o antropólogo Darcy Ribeiro.
O governo do Rio chegou a cogitar demolir o prédio, como parte das obras de reforma do Maracanã, mas desistiu e, atualmente, pretende instalar um Museu Olímpico.
Construído no século 19, o prédio abrigou o Serviço de Proteção ao Índio, comandado pelo Marechal Candido Rondon. Já como museu, o local teve entre seus diretores o antropólogo Darcy Ribeiro.
O governo do Rio chegou a cogitar demolir o prédio, como parte das obras de reforma do Maracanã, mas desistiu e, atualmente, pretende instalar um Museu Olímpico.
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